Diálogo Florestal
Apresentação
Conservação a Mata Atlântica é um dos objetivos do Diálogo Florestal. Foto: Miriam Prochnow
Princípios do Diálogo Florestal
Integração: as ações do Diálogo Florestal devem promover a integração dos ativos das organizações ambientalistas e das empresas;
Transparência: os processos, as ações e os resultados do Diálogo devem ser difundidos amplamente, por diversos meios.
Confiança: os participantes se relacionam no diálogo sob a premissa que todos os posicionamentos e informações ali apresentados se pautam pela honestidade e pela integridade.
Não exclusão: embora, por questões logísticas e orçamentárias, não seja possível incluir todos os participantes do Diálogo no fórum nacional, os fóruns regionais devem promover a participação de todas as empresas e todas as organizações que atuam com silvicultura e meio ambiente na região de sua influência.
Pró-atividade: sem esconder problemas, conflitos e desafios, a participação no Diálogo é pautada pelos posicionamentos com foco na busca por soluções efetivas e resultados concretos.
Respeito à diversidade: o Diálogo Florestal é um espaço onde todas as posições e opiniões são valorizadas e consideradas, prevalecendo o respeito mútuo entre todos os participantes.
Compromisso: todos os participantes do Diálogo Florestal estão comprometidos com a análise crítica e responsável sobre os problemas abordados e com a construção de soluções efetivas e concretas que superem os desafios apresentados.
Histórico
1999: surge o The Forests Dialogue, iniciativa internacional capitaneada pelo Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável e pelo World Resources Institute. O TFD, como é conhecido, conta com a participação das maiores empresas do setor florestal mundial, grandes organizações ambientalistas, pesquisadores das ciências ambientais e representantes de movimentos sociais. Sua secretaria executiva está baseada na Universidade de Yale (EUA).
Outubro 2003: primeiro encontro do The Forests Dialogue no Brasil, com o tema “biodiversidade”. Neste evento, realizado em Santa Cruz Cabrália (BA), os convidados brasileiros começaram a conversar sobre a idéia de implantar uma iniciativa similar no Brasil, reunindo empresas e organizações ambientalistas.
Outubro 2005: após dois anos de articulações, realiza-se o primeiro encontro do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, em Teresópolis (RJ), com a presença de representantes de 9 empresas e 13 organizações ambientalistas.
Maio 2006: segundo encontro do Diálogo Florestal, realizado em Três Barras e Canoinhas, em Santa Catarina. Participantes definem temas prioritários e áreas-alvo para implantação de ações-piloto conciliando silvicultura com proteção da biodiversidade.
Outubro 2006: terceiro encontro, realizado em Porto Seguro, na Bahia. Neste encontro, os participantes revisaram a lista de prioridades de ação e formalizaram o documento de diretrizes conservacionistas para os programas de fomento florestal, um dos temas adotados como prioritários.
Maio 2007: quarto e último encontro da primeira fase do Diálogo Florestal, realizado em Mogi das Cruzes, São Paulo. Na ocasião, os participantes assumiram o compromisso de realizar uma segunda fase do Diálogo, de 2008 a 2010. Foi acordado também a ampliação do número de participantes, incluindo mais empresas, mais organizações ambientalistas e inserindo também instituições de pesquisa e de representação (Bracelpa, SBS, Rede de ONGs da Mata Atlântica e Sociedade Brasileira dos Engenheiros Florestais).
Outra mudança proposta pelos participantes foi a ampliação do grupo de coordenação, originalmente composto por três empresas e três organizações ambientalistas, para cinco empresas e cinco organizações. Este grupo agora constitui o Conselho de Coordenação do Diálogo Florestal.
Junho 2008: realiza-se o quinto encontro do Diálogo, ou primeiro encontro da segunda fase, em Brasília-DF. Este encontro contou com a presença de representantes de 10 empresas e 16 organizações ambientalistas, além de duas instituições de representação e duas de pesquisa.
Este encontro estabeleceu diretrizes para o desenvolvimento dos novos temas prioritários – áreas protegidas particulares e relação florestas-água-biodiversidade – e definiu uma estratégia para a promoção dos sete fóruns regionais propostos ao final da primeira fase.
Neste evento, foi lançada a publicação Sementes do Diálogo, contendo o histórico do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, e foi oficialmente incluído o bioma Pampa.
Participantes
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Aracruz |
AMDA APOENA APREMAVI Reserva da Biosfera Cons.Internacional ECOAR Flora Brasil Floresta Viva Fundação Biodiversitas IMAFLORA Instituto BioAtlântica Instituto Ecofuturo IPÊ IPEMA Rede Mata Atlântica SOS Mata Atlântica SPVS TNC |
Arquivos anexos
Apresentação do Diálogo (381kb)Relatório I Encontro Nacional (971kb)
Relatório II Encontro Nacional (3.41mb)
Relatório III Encontro Nacional (1.50mb)
Relatório IV Encontro Nacional (829kb)
Relatório V Encontro Nacional (283kb)
Repor I meeting (1.33mb)
Report II meeting (3.41mb)
Report III meeting (238kb)
Repor IV meeting (731kb)
Report The Forests Dialogue Meeting 2008 (229kb)
Relatório Reunião Diálogo Internacional 2008 (231kb)