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Apresentação

O objetivo geral do Diálogo Florestal é Identificar agendas comuns entre empresas e ambientalistas, para a promoção de ações efetivas associadas a produção florestal, de modo a ampliar a escala dos esforços de conservação e restauração do meio ambiente.
O Diálogo teve uma primeira etapa, voltada para a Mata Atlântica, que foi realizada entre outubro de 2005 e maio de 2007, com quatro encontros presenciais, nos quais foram elaboradas estratégias para atuação integrada dos participantes nos dois temas indicados como prioritários: fomento florestal, como vetor de desenvolvimento e conservação ambiental; ordenamento territorial, como oportunidade de pactuar uso e ocupação do solo na escala de paisagem.

No quarto Encontro Nacional do Diálogo Florestal, realizado em maio de 2007, decidiu-se pela realização de uma segunda fase, com duração de 3 anos e início em 2008.

Os objetivos da segunda fase são: manter e consolidar um espaço de diálogo pró-ativo entre ambientalistas e empresas do setor florestal; gerar resultados concretos, em campo e em larga escala, para a conservação dos recursos naturais da Mata Atlântica; contribuir para a melhoria da qualidade de vida humana, a partir do aprimoramento das relações destas com os recursos naturais; e propor e influenciar a adoação de políticas públicas que favoreçam a proteção e a sustentabilidade dos recursos naturais da Mata Atlântica.

O V encontro nacional foi realizado em Brasília (DF), nos dias 12 e 13 de junho de 2008. Este encontro foi o primeiro da segunda fase do Diálogo. O encontro discutiu temas apontados como prioritários na primeira fase e acrescentou mais dois temas: áreas protegidas particulares e a relação entre água-florestas-biodiversidade.

Além disso, ficou definido que o apoio à articulação dos Fóruns Regionais será uma das principais estratégias da segunda fase.

A partir do V encontro nacional o diálogo passou a incorporar o Bioma Pampa, assumindo o seguinte nome: Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e Pampa. Com as discussões posteriores nos Fóruns Regionais, abriu-se a possibilidade de incluir também o Cerrado.

O Diálogo Florestal conta com um Fórum Nacional, um Conselho de Coordenação, uma Secretaria Executiva e sete Fóruns Regionais.

O Fórum Nacional conta com a seguinte composição:

•    Cenibra, Fibria, Klabin, Masisa, Norske Skog Pisa, Rigesa, StoraEnso, Suzano, Veracel, LERF - Esalq/USP, Embrapa Florestas, IPEF, Bracelpa, Sociedade Brasileira de Silvicultura, Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais.

•    Amda, Apoena, Apremavi, Conservação Internacional, Ecoar, Flora Brasil, Floresta Viva, Fundação Biodiversitas, Fundação SOS Mata Atlântica, Imaflora, Instituto BioAtlântica, Instituto Ecofuturo, Ipê, Ipema, Rede de Ongs da Mata Atlântica, Reserva da Biosfera, SPVS, TNC, WWF.

Em 2008 o Conselho de Coordenação passou a ser composto por 10 instituições, 05 empresas e 05 ONGs: Rigesa, Suzano, Fibria, Veracel, Cenibra, IBio, TNC, CI, Apremavi e Biodiversitas.

Também em julho de 2008, o Diálogo passou a contar com o trabalho de uma secretária executiva, baseada em Brasília, sob a supervisão do Instituto BioAtlântica (IBio), sediado no Rio de Janeiro.

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