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Histórico

Conheça um pouco a história do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e Pampa.
Em 1999 surge o The Forests Dialogue, iniciativa internacional capitaneada pelo Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável e pelo World Resources Institute. O TFD, como é conhecido, conta com a participação das maiores empresas do setor florestal mundial, grandes organizações ambientalistas, pesquisadores das ciências ambientais e representantes de movimentos sociais. Sua secretaria executiva está baseada na Universidade de Yale (EUA).


Outubro 2003: primeiro encontro do The Forests Dialogue no Brasil, com o tema “biodiversidade”. Neste evento, realizado em Santa Cruz Cabrália (BA), os convidados brasileiros começaram a conversar sobre a idéia de implantar uma iniciativa similar no Brasil, reunindo empresas e organizações ambientalistas.

Outubro 2005: após dois anos de articulações, realiza-se o primeiro encontro do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, em Teresópolis (RJ), com a presença de representantes de 9 empresas e 13 organizações ambientalistas.

Maio 2006: segundo encontro do Diálogo Florestal, realizado em Três Barras e Canoinhas, em Santa Catarina. Participantes definem temas prioritários e áreas-alvo para implantação de ações-piloto conciliando silvicultura com proteção da biodiversidade.

Outubro 2006: terceiro encontro, realizado em Porto Seguro, na Bahia. Neste encontro, os participantes revisaram a lista de prioridades de ação e formalizaram o documento de diretrizes conservacionistas para os programas de fomento florestal, um dos temas adotados como prioritários.

Maio 2007: quarto e último encontro da primeira fase do Diálogo Florestal, realizado em Mogi das Cruzes, São Paulo. Na ocasião, os participantes assumiram o compromisso de realizar uma segunda fase do Diálogo, de 2008 a 2010. Foi acordado também a ampliação do número de participantes, incluindo mais empresas, mais organizações ambientalistas e inserindo também instituições de pesquisa e de representação (Bracelpa, SBS, Rede de ONGs da Mata Atlântica e Sociedade Brasileira dos Engenheiros Florestais).

Outra mudança proposta pelos participantes foi a ampliação do grupo de coordenação, originalmente composto por três empresas e três organizações ambientalistas, para cinco empresas e cinco organizações. Este grupo agora constitui o Conselho de Coordenação do Diálogo Florestal.

Junho 2008: realiza-se o quinto encontro do Diálogo, ou primeiro encontro da segunda fase, em Brasília-DF. Este encontro contou com a presença de representantes de 10 empresas e 16 organizações ambientalistas, além de duas instituições de representação e duas de pesquisa.

Este encontro estabeleceu diretrizes para o desenvolvimento dos novos temas prioritários – áreas protegidas particulares e relação florestas-água-biodiversidade – e definiu uma estratégia para a promoção dos sete fóruns regionais propostos ao final da primeira fase.

Neste evento, foi lançada a publicação Sementes do Diálogo, contendo o histórico do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, e foi oficialmente incluído o bioma Pampa.

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