Outubro 2003:
primeiro encontro do The Forests Dialogue no Brasil, com o tema
“biodiversidade”. Neste evento, realizado em Santa Cruz Cabrália (BA),
os convidados brasileiros começaram a conversar sobre a idéia de
implantar uma iniciativa similar no Brasil, reunindo empresas e
organizações ambientalistas.
Outubro 2005: após dois anos
de articulações, realiza-se o primeiro encontro do Diálogo Florestal
para a Mata Atlântica, em Teresópolis (RJ), com a presença de
representantes de 9 empresas e 13 organizações ambientalistas.
Maio 2006:
segundo encontro do Diálogo Florestal, realizado em Três Barras e
Canoinhas, em Santa Catarina. Participantes definem temas prioritários
e áreas-alvo para implantação de ações-piloto conciliando silvicultura
com proteção da biodiversidade.
Outubro 2006: terceiro
encontro, realizado em Porto Seguro, na Bahia. Neste encontro, os
participantes revisaram a lista de prioridades de ação e formalizaram o
documento de diretrizes conservacionistas para os programas de fomento
florestal, um dos temas adotados como prioritários.
Maio 2007:
quarto e último encontro da primeira fase do Diálogo Florestal,
realizado em Mogi das Cruzes, São Paulo. Na ocasião, os participantes
assumiram o compromisso de realizar uma segunda fase do Diálogo, de
2008 a 2010. Foi acordado também a ampliação do número de
participantes, incluindo mais empresas, mais organizações
ambientalistas e inserindo também instituições de pesquisa e de
representação (Bracelpa, SBS, Rede de ONGs da Mata Atlântica e
Sociedade Brasileira dos Engenheiros Florestais).
Outra mudança
proposta pelos participantes foi a ampliação do grupo de coordenação,
originalmente composto por três empresas e três organizações
ambientalistas, para cinco empresas e cinco organizações. Este grupo
agora constitui o Conselho de Coordenação do Diálogo Florestal.
Junho 2008:
realiza-se o quinto encontro do Diálogo, ou primeiro encontro da
segunda fase, em Brasília-DF. Este encontro contou com a presença de
representantes de 10 empresas e 16 organizações ambientalistas, além de
duas instituições de representação e duas de pesquisa.
Este
encontro estabeleceu diretrizes para o desenvolvimento dos novos temas
prioritários – áreas protegidas particulares e relação
florestas-água-biodiversidade – e definiu uma estratégia para a
promoção dos sete fóruns regionais propostos ao final da primeira fase.
Neste
evento, foi lançada a publicação Sementes do Diálogo, contendo o
histórico do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, e foi
oficialmente incluído o bioma Pampa.